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 Microscópio - um breve histórico

Por Liliana e Nicole

Nós seres humanos temos uma visão limitada do mundo, não conseguimos enxergar coisas muito distantes como galáxias e outros planetas e também não vemos coisas muito pequenas como seres unicelulares ou nossas próprias células. Para nos ajudar a enxergarmos coisas distantes criamos o telescópio e para sermos capazes de ver coisas extremamente pequenas criamos o microscópio. A etimologia da palavra microscópio vem dos termos mikrós (do grego, pequeno) e scoppéoo (do grego observar, ver através).

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Quando se fala de microscópio normalmente estamos falando do microscópio composto, aquele que tem mais de uma lente. Antes do microscópio composto era usada uma espécie de lupa, o microscópio simples, para ampliar a imagem. Em 1591 os holandeses fabricantes de óculos chamado Hans Janssen e seu filho Zacharias Jansen, começaram a observar objetos muito pequenos por meio de duas lentes de vidro, uma em cada extremidade de um tubo e no começo foi tratado mais como um brinquedo para a realeza europeia.

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Em seguida, o holandes Antonie van Leeuwenhoek foi um dos primeiros a aprimorar  essa espécie de microscópio, deixando apenas uma lente quase que esférica entre duas placas de cobre, para observar os microrganismos. Sendo um dos primeiros a usar esse microscópio para o estudo da natureza, ele foi o primeiro a utilizar para o estudo de microorganismos até embriões de plantas, células de sangue, descrever bactérias e até mesmo vida em gotas de água.

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No entanto, o microscópio simples possui uma capacidade limitada de ampliação das imagens. Para observar organismos e estruturas ainda menores era necessária a utilização de um microscópio composto. O cientista Robert Hooke foi o responsável por construir o primeiro microscópio composto por volta de 1660 ajustando duas lentes, a ocular e a objetiva, nas extremidades de um tubo de metal e com isso foi-se possível fazer pesquisas mais avançadas, sendo o primeiro a utilizar-se da palavra célula para falar sobre uma estrutura repleta de alvéolos vazios.

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Microscópio óptico

É o microscópio que normalmente nós vemos em escolas e laboratórios. Esse microscópio funciona a partir de luz que deve atravessar o objeto a ser visualizado e chegar até a lente, por isso, os objetos observados devem ser extremamente finos. Esse tipo de microscópio pode gerar um aumento de até 1500 vezes gerado por dois conjuntos de lentes, as oculares e as objetivas. Para melhor visualização das estruturas é comum que se utilizem corantes. A técnica utilizada na lâmina para fazer a visualização vai depender da finalidade da lâmina, o que se quer ver e se precisa ser permanente ou não.

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Microscópio eletrônico

Esse microscópio permite um aumento de até 500 mil vezes, pois no lugar de luz ele utiliza um feixe de elétrons que atravessa materiais super finos. Com isso, foi possível visualizar organelas celulares e vírus.

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